sábado, 20 de outubro de 2012

MERLANIO NA III JORNADA MÉDICO ESPÍRITA DE PERNAMBUCO

 
 

Meu povo,

Estarei fazendo a Arte na III Jornada Médico Espírita de Pernambuco.

Será uma grande festa da Arte Espírita e um grande eveto sobre medicina e espiritualidade.

Não percam!!!


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

ONDE É QUE MORA O AMOR?

Fiz agora este poema respondendo a um texto lindo de Rosimere Kiss Guba, doce amiga pensadora espírita.

ONDE É QUE MORA O AMOR?

Onde reside o amor?
Se ele mora no sexo
Pode provocar a dor
Pode gerar o complexo
Se reside na amizade
Porá fim na humanidade
Como há de reproduzir?
Amigos não se desejam
Se abraçam e até se beijam
Mas falta o fogo, o "devir"

Onde reside o amor?
Que produz calor, paixão...
Que manda criar pendor
E produzir união
Faz o jovem criar asa
Deixar o conforto e a casa
E criar seu próprio lar
Homem, mulher vibram luz
E um ao outro seduz
Com os anseios do cuidar

O amor vem da natura
Que traz a doçura e o sexo
Recheado de candura
Que faz a vida ter nexo
No pacote vem respeito
Encantamento perfeito
Que cresce com a idade
O amor produz realeza
É força da Natureza,
Que nos dá felicidade!

Onde é que mora o amor?
O amor mora em meu lar
Me acorda feito a flor
Que tem o cheiro de amar
Me estimula ao trabalho
Perdoa meu ato falho
Me ensina a debater
E nas horas de incerteza
Me enche a vida de beleza
Me estimula a crescer!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A BENÇA!!! - Autoria: Merlânio Maia



Quando eu 'inda era menino
Do pensamento não sai

Eu dizia bença, mãe!
Bença vô! A bença pai!

E era uma alegria
Dizer: a bença titia!
E agradeço ao meu passado
De tanta bênção pedir
Eu consegui progredir
E sou muito abençoado!

E a vocês jovens de hoje
Aprendam esta lição
Quando alguém lhes abençôa
Não pensem ser tradição
É o exercício da fé
Que mantem a gente em pé
Independente de crença
Façam como este poeta
Que tem a vida completa
Já acorda dizendo: À BENÇA!!!!!!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Humor poético: O BURRO MORTO

O BURRO MORTO
(Merlânio Maia)


CONTAM QUE MORREU UM BURRO
BEM NA FRENTE DA IGREJA
O PADRE VAI AO: PREFEITO:
FAZ SEIS DIAS, OLHE E VEJA!
DIZ O GESTOR: - MONSENHOR
DOS MORTOS CUIDA O SENHOR!
E O PADRE DIZ: - SEM MISTÉRIO
MEU DEVER SEGUE UMA TRILHA
PRIMEIRO AVISO A FAMÍLIA
QUE O LEVA PRO CEMITÉRIO!!!!


HAUIAHUAIUHAIUAIUAIAUAIUHA

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

08 DE OUTUBRO DIA DO NORDESTINO

Meu povo,

Hoje é dia do Nordestino!

Então fiz este poema agorinha para homenagear meu povo:

NORDESTINO É POVO BOM
Merlânio Maia

Nordestino é povo bom
Tão bom que não tem medida
Se for fazer uma festa
Prontamente lhe convida
Lhe faz sala, puxa um papo,
Declama loa enxerida,
Lhe serve, lhe dá de tudo,
Conforto, lhe dá comida,
Só não lhe dá a mulher
Que vive a paixão devida
E gosta tanto da dele
POIS SEM ELA NÃO HÁ VIDA!

08 de Outubro, dia do NORDESTINO!

PARABÉNS, MEU POVO!!!!

domingo, 23 de setembro de 2012

DOIS MIL ANOS

Meu povo,
 
Assistindo a palestra de Neto Batista na UEDAC, me veio a inspiração e fiz este soneto para dar de presente ao palestrante.
 
DOIS MIL ANOS
Merlânio Maia

O encontro entre o Cristo e o senador
Públio Lentulus foi fenomenal
Pois ali frente a frente estava o Amor
Com o orgulho soberbo, visceral...
Públio Lêntulus procurava o Senhor
Escondido do povo, num sinal
Da vergonha e foi pedir um favor
Rogar cura pra filha em seu final

Jesus cura e em seguida o convida
Para a vida perene a eterna vida
Estuante que além segue outros planos

Mas o senador nega pelo Estado
Vai sofrer muito tempo desgraçado
E encontra-Lo após quase dois mil anos!

A DEFESA DA MULHER

A DEFESA DA MULHER
Merlânio Maia

Contam lá no meu sertão
Que uma jovem camponesa
 Lutava no seu torrão
Pra levar comida a mesa
Com o seu machado se empenha
Fazer da árvore lenha
Com sua força juvenil
Quando num golpe mais forte
O seu machado erra o corte
E cai num profundo rio

Ela fica um tanto aflita
Pois só tinha esse machado
Se ajoelha e diz contrita
- Ó Deus meu, Pai adorado,
Me socorre, meu Senhor
Ajuda-me, por favor!
E no fim dessa oração
E dos clamores tão seus
A ela aparece Deus
E ela treme de emoção

 E Deus mergulha no rio
Perigoso e agitado
Volta igual como saiu
E nas mãos traz um machado
Mas um machado de ouro
Reluzente qual tesouro
Que ele ostenta em sua mão
E pergunta do seu lado:
É este aqui o teu machado?
E ela lhe responde: É Não!

Deus mergulha novamente
Lhe traz um outro machado
De diamantes reluzentes
De esmeraldas, cravejado
E pergunta: É este, amada?
E ela lhe responde: É nada!
Então Deus pula no rio
E sai com um machado bronco
Do cabo feito de tronco
E lhe pergunta gentil:
- É este aqui o teu machado?
E ela diz: É meu Senhor,
Sou feliz por tê-lo achado!
E Deus cheio de esplendor
Lhe fala: - Tua atitude
Mostra que ainda há virtude
E foi bom ter te ajudado
És honesta e és decente
Por isso como presente
Ganharás os três machados!

 E ela fica felicíssima
Agradece o seu presente
E a vida como a raiz
Se aprofunda e segue em frente
Certo dia o seu marido
Margeava o rio comprido
E o cavalo de repente
Se espanta e o joga no rio
E ela que a tudo assistiu
Se ajoelha penitente

E roga ali sim demora:
- Ó Deus, Tu és poderoso
Me socorre nesta hora
Salva o meu querido esposo
Deus veio logo que ouviu
E assim mergulhou no rio
Mas lhe trouxe um outro varão
Mais bonito e mais bem feito,
Que o seu marido. Perfeito!
O cabra era a tentação!

Deus lhe volta com a questão:
- É este aqui o teu marido?
E ela diz com emoção
Sim Senhor, é o meu querido!
E Deus grita enfurecido:
- Como ousas ter me mentido
Eu que fiz a terra e o mar?
Infiel e sem vergonha!
E ela diz sem cerimônia:
- Senhor, eu posso explicar!

 - Explica, infiel e inglória!
E ela diz: Ó meu Senhor,
Eu já conheço essa história
Das provas do vosso amor
Se eu renegasse este belo
Trarias lindo modelo
Pois sei que outro viria
E se eu negasse um por vez
Meu prêmio seria os três
E é pecado a TRIGAMIA!

E Deus Todo-complacente
Diz: - Tem lógica e tens razão
 És astuta e boa crente
E tens belo o coração
E assim Deus foi convencido
 Ela teve o seu marido
E a sua vida bendita
Moral da história é um conceito:
“A mulher mente de um jeito
Que até Deus acredita!”

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

NÓS, OS ESPÍRITAS, SOMOS UM PÚBLICO RENDIDO?

Meu povo,

Todos os dias nos deparamos na casas espírita com Arte de má qualidade e aplaudimos efusivamente, apesar de ter aguentado aquelas músicas, aqueles esquetes, aquela poesia, aquela dança, que jamais assistiríamos se fosse noutro lugar.

O chavão que usamos é: "TENHAMOS CARIDADE!"

E eu pergunto: Será que isto é caridade?

Até quando nos afirmaremos como públicos que tudo aplaudem. No universo da Arte secular dá-se o nome de "público rendido", pois foge de qualquer senso crítico.

Senso crítico foi a bandeira que Allan Kardec levantou para instaurar a Doutrina Espírita, pois fora dela os espíritos zombeteiros deitariam e rolariam em nome da caridade.

E sobre a Arte Espírita! Deverá esta ser uma arte menor, mas inferior em nome da humildade? Ou terá ela que levantar-se e manter-se de igual para igual com todas as manifestações seculares?

Penso que haveremos de cuidar. No tocante ao livro espírita, há editoras protestante que viram aqui um filão de leitores e que investem em pseudo-médiuns para venderem, já que não têm compromisso com a verdade.

Daqui a pouco a Arte Espírita. Novo filão para um público rendido. Virão com seus filmezinhos de quinta com temática espírita e, como nos falta olhos de ver, rendidos que somos, fruiremos avidamente a artezinha de nada em nome da caridade. Que não têm os que em nós verão este "público rendido".

E já está acontecendo. Olhemos à nossa volta e vejamos que este tempo já chegou.

A nossa visão deverá ser, sempre, a de Allan Kardec. Até por fidelidade aos postulados espíritas: Melhor rejeitar nove verdades que aceitar uma mentira!.

Que vejam os que têm olhos de ver.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O MUNDO VAI SE ACABAR

O MUNDO VAI SE ACABAR
Merlânio Maia

Nas rádios da Paraíba
Por esta data inteirinha
Foi tão grande a ladainha
De ninguém agüentar
Botaram fogo na lenha
Que um cientista vagabundo
Provou para todo mundo
Que o mundo ia se acabar!

Muita gente confessava
Mulher dizia ao marido
Do seu pinote escondido
Deixando o pobre a chorar
Era grande latumia
Era grande o sofrimento
E o perdão tinha argumento:
O mundo ia se acabar!

Agora eu digo uma coisa
Se não e acabar o mundo
O maridão furibundo
Vai ter muito o que pensar
Das duas uma: Ou revolta
E na mulher baixa a lenha
Cai na Maria da Penha
E vê seu mundo acabar

Ou aceita e diz tranqüilo
- “Silencie que ninguém nota
Chifre é coisa que se bota
Na testa de quem ligar
Eu sou seu você é minha
Não vamos viver pra o povo
Mas se acontecer de novo
O mundo vai se acabar!!!

NA TRISTE NOITE DA CORRUPÇÃO

NA TRISTE NOITE DA CORRUPÇÃO
Merlânio Maia

Eis a nação que sonha embevecida
Ser um exemplo aos povos do futuro 
E agora hoje acorda em seu triste monturo
Que foi forjado ao longo de sua vida
Desde o império se inclina em descida
Com sanguessugas que sugando vão
Multiplicando sujeira em seu chão
Frente ao pomposo poder do império 
Incomodando heróis no cemitério
Na triste noite da corrupção!

Seus mortos, hoje, tão desesperados
Saem às ruas, levantam bandeiras,
Dançam nas praças, alamedas, feiras...
Profundamente decepcionados
De Tiradentes escuta-se os brados 
De Castro Alves a indignação
Voltam os poetas da libertação
Junto aos heróis, do além, republicanos,
Dançam nas noites contra os tais tiranos
Na triste noite da corrupção!

Se o tempo urge, a tal nação se arrasta... 
Só vendo seu pobre povo humilhado,
Presenciando o roubo deste estado
Que, a cada dia, da riqueza afasta.
- Aos miseráveis, pão com circo basta!
E a liberdade escorre pela mão
E num crescendo se esparrama ao chão 
No gesto tosco desse vai e vem
Só sonhadores gritam do além
Na triste noite da corrupção!

Os pigmeus da moral querem trono
Mesmo levando o país ao abismo
Ninguém vê honra, lisura, altruísmo!...
Brasil delira feito um cão sem dono
Em berço esplêndido o gigante é sono,
Enferrujado na acomodação
A idiotice contamina o chão
O povo dorme e o vazio é extenso,
Os mortos gritam vendo o mal imenso
Na triste noite da corrupção!

A hipocrisia é corrente moeda
E a mentira agora é um ideal
A mídia cria a tal versão final
E o fato perde a força e leva queda
Quem mente mais do poder não se arreda
A lama envolve e a TV faz serão, 
Faz a cabeça – dona da razão!
E o povo teme e tremendo obedece.
Há uma teia que a aranha tece
Na triste noite da corrupção!

Brasil desperta, apresenta a imponência! 
Acorda e grita: Independência ou morte! 
Colosso impávido, de infinito porte,
Mostra a lisura da tua inocência
Chama os teus filhos plenos de decência
Expulsa o mentiroso e o ladrão
Levanta o braço de enorme nação
Que vibra dentro do teu forte povo 
Faz teus heróis renascerem de novo
Na triste noite da corrupção!

A POESIA NORDESTINA

A poesia nordestina 
Cheia de cor e encanto 
Tem aqui o seu recanto 
E a quem alcança ilumina 
Sua força determina 
Uma mística aventura 
Formosa literatura 
Dos folhetos de cordel 
Um doce favo de mel 
Na galhada da cultura!
(Merlânio Maia)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

POESIA EM NATAL

Meu povo,

Como já postei antes, estive em Natal e junto da Juventude Espírita Hauare, fiz uma ruma de declamação.

Aí está uma amostra grátis:


PALESTRA LÍTERO-MUSICAL EM OLINDA/PE

Meu povo,

Amanhã, terça-feira 11 de Setembro, às 19:30 horas, estarei fazendo uma Palestra Lítero-musical no Centro Espírita Irmã Angélica, Av. Asa Branca, 146, Rio Doce, Olinda/PE.

Convidamos os amigos pernambucanos para esta festa da cultura espírita nordestina.

Vai ser uma festa!

Olinda amanhã me espere
Que chegarei à tardinha
Pise um café no pilão
Com tapioca quentinha
Que este cabôco pachola
Leva a voz e a viola
Que o seu cantar produz
Convide crentes e ateus
Pois meus versos cantam Deus
O Espiritismo e Jesus!

domingo, 9 de setembro de 2012

Escutando as histórias que ora canto


Quem não pode cantar seja feliz
Escutando as histórias que ora canto
Merlânio Maia 

Inda ontem ao chamado da poesia 
Decantei com os maiores do Universo 
Com Leandro de Barros teci verso 
E com Pinto cantei com alegria 
Com Catulo chorei de nostalgia 
Mas com Cego Aderaldo me refiz 
E no canta-que-canta e diz-que-diz 
Vislumbrei Castro Alves como um santo 
Escutando as histórias que ora canto 
Quem não pode cantar seja feliz 

Vi Bilac bem de longe escrevendo 
Um soneto que decantava estrelas 
Vi Boccage mirando para vê-las 
Lá do alto Vinícius foi descendo 
Guerra Junqueiro foi me envolvendo 
E dizendo para meu grande espanto 
Que poesia é uma forma de encanto 
É o ingresso a este celeste país 
Quem não pode cantar seja feliz
Escutando as histórias que ora canto

Zé da luz na cadeira a balançar 
Declamava a mais pura e bela trova 
O Formiga e o Cornélio davam prova 
Que eram bons, no Galope a Beira Mar 
Vi Lourival, Marinho eu vi glosar 
E as violas continham tal verniz 
Que brilhavam na luz de fino giz 
E o trinado parecia acalanto 
Escutando as histórias que ora canto 
Quem não pode cantar seja feliz 

Foi a noite mais bela dessa vida 
Com milhares de poetas de além-cova 
E ali, produziram-se as provas 
Que a vida é infinita e incontida 
E esses poetas deram-me acolhida 
E essa noite eu vivi cheio de encanto 
Quando aqui despertei verti meu pranto 
Desejando voltar ao tal país 
Quem não pode cantar seja feliz 
Escutando as histórias que ora canto 

CANTA CANTA CANTADOR QUE O TEU DESTINO É CANTAR!

Meu povo,

O Google abduziu meu Blog merlaniomaia.com, alegando que não conseguiu cobrar a taxa anual.
Ofereci 4 cartões de crédito e ele alegou que não conseguiu, por fim abduziu o meu Blog.
Mas renasci qual fênix das cinzas e conto com sua divulgação para levarmos a poesia adiante.

Abraços
Merlânio



Feliz aquele que canta

Que levanta pra cantar
Que cantando sempre planta
E semeia sem parar
Por isso o Cantador canta
E cantando a cantoria
Leva amor, leva alegria
Leva a vida em poesia
Sou Cantador, vim Cantar!

Eu vim de longe seu moço
Atendendo ao seu pedido
Por ter me dado trabalho
Lhe sou muito agradecido
Minha voz de Cantoria
Traz música, traz poesia,
Traz os cantos de encantar
E Deus me ordenou com amor:
- Canta canta, Cantador,
Que o teu destino é cantar!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

MÚSICA NOVA - RECADO DE AMOR


Caro leitor,

Ontem comecei dedilhar o violão e saiu esta música e pela beleza musical, já vai entrar no meu mais novo CD que em breve estarei lançando.

RECADO DE AMOR
Merlanio Maia

G D7
ESCUTA ESTE MEU RECADO, AMOR
C G
QUE TRAGO DO MEU MATUTAR
Em Am
ATENDE A DOR DE QUEM PADECE
D7 G
TUA PRECE PODE CURAR

AJUDA QUEM CARREGA A CRUZ, AMOR
DESENVOLVE ESTES DOTES TEUS
SÊ AMPARO NO SOFRIMENTO
HÁ TORMENTO SE FALTA DEUS
C G
E VAI BRILHANDO A LUZ NO TEMPO, AMOR
D7 G G7
AMANDO AQUI, ALI, ALÉM
C G
QUEM SEMEIA O BEM VERDADEIRO
D7 G G7
GANHARÁ PRIMEIRO DO ETERNO BEM

PERDOA AQUELE QUE PERDEU A LUZ
E SE ATIRA NA ESCURIDÃO
SÊ TUA VOZ CANTO DIVINO
NO DESATINO SÊ PERDÃO
AFINA O OUVIDO DE ESCUTAR A DOR
NA ESCURIDÃO ACENDE A LUZ
SÊ ALEGRIA E ESPERANÇA
NA BONANÇA DEUS TE CONDUZ

E NO FINAL DA EXISTÊNCIA, AMOR
A PAZ TERÁS NOS DIAS TEUS
NÃO SENTIRÁS MAIS SOFRIMENTO
SERÁS INSTRUMENTO TOCADO POR DEUS  

quinta-feira, 8 de março de 2012

MULHER UM SONHO DE DEUS!

MULHER UM SONHO DE DEUS!
Merlânio Maia
(No dia internacional da mulher/2009)


Mulher, que sonho de amor
Te fez tão especial?
Que inspiração, afinal,
Construiu os dotes teus?
Que sentiu Deus no momento
Nessa hora tão poderosa
Que vontade caprichosa
Quanto amor sentia Deus!

Imagino os sentimentos
Saídos do Amor divino
Quando esse ser feminino
Suspirou, nasceram céus
E Ele viu quanto era bom
Ainda sorriu de alegria
Ao ver a pura poesia
Direta das mãos de Deus

Ah! Que ser privilegiado
Deus inventou nessa data
Que tem o rio e a mata,
E os mares e ares tão seus
Tem o fogo, a terra e o ar,
Em si carrega o universo
E o homem em si imerso
Co-criadora de Deus

Se o seu corpo é atraente
A sua alma é perfeita
Por isso é a eleita
Entre crentes e ateus
Repleta de compaixão
Completa de piedade
Dona da felicidade
Nascida do amor de Deus

É o ser mais belo do mundo
É o ser mais forte da terra
Que não teme a dor, a guerra,
Amando a ricos, plebeus
É a presença da vida
É o símbolo do amor
Instrumento do Criador
Mulher, um sonho de Deus!

terça-feira, 6 de março de 2012

ELES CHEGARAM LÁ: DUPLA DE ESPECIALISTAS DEFENDE O DIREITO DE ASSASSINAR TAMBÉM OS RECÉM-NASCIDOS

Meu povo amado,

Me enviaram esta matéria da Revista Veja que é digna de filmes de terror.

Muitas vezes a mulher evoca que faz do corpo o que quiser, pois "O CORPO É DELA!"

E não é verdade!

Se o corpo fosse dela, ela não permitiria que este envelhecesse, nem morreria, pois esta tem medo da morte!

Então que história é esta de "o corpo é meu?!

E o corpo da criança que está no ventre? Também é seu?

E agora tem uns cientistas neo-nazistas com idéias mais horripilantes ainda. Vejam a matéria!



ELES CHEGARAM LÁ: DUPLA DE ESPECIALISTAS DEFENDE O DIREITO DE ASSASSINAR TAMBÉM OS RECÉM-NASCIDOS


Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.

Para esses dois grandes humanistas, NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.

Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.


Francesca Minerva; o riso mais franco da morte

Por que não a adoção?
Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:

“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”

A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção:“A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“.

Voltei
É isso mesmo! Para a dupla, do ponto de vista da mulher, matar um filho recém-nascido é “psicologicamente mais seguro” do que entregá-lo à adoção. Minerva e Giublini acabaram com a máxima de Salomão. No lugar do rei, esses dois potenciais assassinos de bebês teriam mesmo dividido aquela criança ao meio.

Querem saber? Essa dupla de celerados põe a nu alguns dos argumentos centrais dos abortistas. Em muitos aspectos, eles têm mesmo razão: qual é a grande diferença entre um feto e um recém-nascido? Ao levar seu argumento ao extremo, deixam a nu aqueles que nunca quiseram definir, afinal de contas, o que era e o que não era vida. Estes dois não estão nem aí: reconhecem, sim, como vida, tanto o feto como o recém-nascido. Apenas dizem que não são ainda pessoas no sentido que chamam “moral”.

Notem que eles também suprematizam, se me permitem a palavra, o direito de a mulher decidir, a exemplo do que fazem alguns dos nossos progressistas, e levam ao extremo a idéia do “potencial de felicidade”, o que os faz defender, sem meios-tons, o assassinato de crianças deficientes — citando explicitamente os casos de Down.

O Supremo e os anencéfalos
O Supremo Tribunal Federal vai liberar, daqui a algum tempo, os abortos de anencéfalos. Como já afirmei aqui, abre-se uma vereda para a terra dos mortos, citando o poeta. Se essa má-formação vai justificar a intervenção, por que não outras? A dupla que escreveu o artigo não tem dúvida: moralmente falando, diz, não há diferença entre o anencéfalo e o recém-nascido saudável. São apenas pessoas potenciais. Afinal, para essa turma, quem ainda não tem história não tem direito à existência.

Um outro delinqüente intelectual chamado Julian Savulescu
A reação à publicação do artigo foi explosiva. Os dois autores chegaram a ser ameaçados de morte, o que é, evidentemente, um absurdo, ainda que tenham tentado dar alcance científico, moral e filosófico ao infanticídio. No mínimo a gente é obrigado a considerar que os dois têm mais condições de se defender do que as crianças que eles defendem que sejam mortas. A resposta que dão à hipótese de adoção diz bem com quem estamos lidando.



Savulescu: o prosélito da morte de bebês agora acusa a perseguição dos fanáticos

Julian Savulescu é o editor da publicação. Também é diretor do The Oxford Centre for Neuroethics. Este rematado imbecil escreve um texto iradodefendendo a publicação daquela estupidez e acusa de fundamentalistas e fanáticos aqueles que atacam os dois “especialistas em ética”. E ainda tem o topete de apontar a “desordem” do nosso tempo, que estaria marcado pela intolerância. Não me diga!!!

O que mais resta defender? Aqueles dois potenciais assassinos de crianças deveriam dizer por que, então, não devemos começar a produzir bebês para fazer, por exemplo, transplante de órgãos. Se admitem que são pessoas, mas ainda não moralmente relevantes, por que entregar aos bichos ou à incineração córneas, fígados, corações?

Tudo isso é profundamente asqueroso, mas não duvidem de que Minerva, Giublini e Savulescu fizeram um retrato pertinente de uma boa parcela dos abortistas. Se a vida humana é “só uma coisa” e se os homens são “humanos” apenas quando têm história e consciência, por que não matar os recém-nascidos e os incapazes?

Estes são os neonazistas das luzes. Mas não se esqueçam, hein? Reacionários somos nós, os que consideramos que a vida humana é inviolável em qualquer tempo.
Texto publicado originalmente às 21h03 desta quinta
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A MÁ NOTÍCIA



A MÁ NOTÍCIA
Merlânio Maia

Dar notícia de tragédia
O que já deu de zuada...
Tem que ter jeito pra coisa
Ter ciência, ter estrada!...
Né quarqué um qui se mete
A butá burro im charrete
Qui vai ganhá a parada

Mi lembro de Zé Garapa
Mestre no cabo da enxada
Invento de sê casêro
De um tal de Chico Buchada
Quando um ano se passou
Garapa telefonou
Três hora da madrugada

Buchada atendeu: - “Alô!”
- “É o seu Chico Buchada?
É Zé Garapa, seu Chico!...”
- “Mas são três da madrugada
E isso é hora de ligar?!”
- “Seu Chico, é que eu vim lhe dar
Uma notíça danada...”

- “Diga logo Zé Garapa!”
- “Foi seu Cachorro Tigrão”
- “Que houve com meu cachorro
De pedigri, campeão?”
- “É que o pobre afaleceu!”
- “Morreu? Mas como morreu?”
- “Se esticou duro no chão!...”

- “Mas morreu de que, seu Zé
Que tragédia desgramada?!”
- “É o seguinte seu Chico,
Foi uma carne estragada.”
- “Mas quem deu carne a esse cão,
Se ele vive de ração?!”
- “Carne do pordo “Frexada!”

- “Espera aí seu José
E o meu cavalo morreu?”
- “De tanto carregar água
Mode o incêndio que se deu
Na fazenda Catolé...”
- “Péra aí, como é que é???
E um incêndio aconteceu?”

- “Casa, horta, prantação,
Tudo desapareceu
Pois o fogo lambeu tudo
O gado todo morreu,
A curpa foi duma vela
Na cortina da janela
Onde a fornaia se deu”

- “Que vela é essa, seu doido,
Aí já tem energia!”
- “É qui aqui teve um velório...”
- “Que velório, ô ingrisia!”
- “A vela foi do velório
De sua mãe Donana Osório!
- “Pare com tanta heresia!”

- “Minha mãe tá muito viva...
Jantou aqui ta entendendo?”
- “Tava viva sim sinhô
Mas agora Deus ta vendo!
Qui Ele tenha pena dela
Pois uma bala daquela
Ela caiu se tremendo!”

- “Bala, que bala sujeito?”
- Bom Seu Chico eu me acordei
Cum um barúi e vi um vurto
E a tocaia eu preparei
Ela fez pantim, patrão,
Pensei qui fosse um ladrão
E no vurto eu atirei!

Seu Chico, alô, alô,
Seu Chico, alô, alô,
Acho que ele disligô!