quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A POESIA NORDESTINA

A poesia nordestina 
Cheia de cor e encanto 
Tem aqui o seu recanto 
E a quem alcança ilumina 
Sua força determina 
Uma mística aventura 
Formosa literatura 
Dos folhetos de cordel 
Um doce favo de mel 
Na galhada da cultura!
(Merlânio Maia)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

POESIA EM NATAL

Meu povo,

Como já postei antes, estive em Natal e junto da Juventude Espírita Hauare, fiz uma ruma de declamação.

Aí está uma amostra grátis:


PALESTRA LÍTERO-MUSICAL EM OLINDA/PE

Meu povo,

Amanhã, terça-feira 11 de Setembro, às 19:30 horas, estarei fazendo uma Palestra Lítero-musical no Centro Espírita Irmã Angélica, Av. Asa Branca, 146, Rio Doce, Olinda/PE.

Convidamos os amigos pernambucanos para esta festa da cultura espírita nordestina.

Vai ser uma festa!

Olinda amanhã me espere
Que chegarei à tardinha
Pise um café no pilão
Com tapioca quentinha
Que este cabôco pachola
Leva a voz e a viola
Que o seu cantar produz
Convide crentes e ateus
Pois meus versos cantam Deus
O Espiritismo e Jesus!

domingo, 9 de setembro de 2012

Escutando as histórias que ora canto


Quem não pode cantar seja feliz
Escutando as histórias que ora canto
Merlânio Maia 

Inda ontem ao chamado da poesia 
Decantei com os maiores do Universo 
Com Leandro de Barros teci verso 
E com Pinto cantei com alegria 
Com Catulo chorei de nostalgia 
Mas com Cego Aderaldo me refiz 
E no canta-que-canta e diz-que-diz 
Vislumbrei Castro Alves como um santo 
Escutando as histórias que ora canto 
Quem não pode cantar seja feliz 

Vi Bilac bem de longe escrevendo 
Um soneto que decantava estrelas 
Vi Boccage mirando para vê-las 
Lá do alto Vinícius foi descendo 
Guerra Junqueiro foi me envolvendo 
E dizendo para meu grande espanto 
Que poesia é uma forma de encanto 
É o ingresso a este celeste país 
Quem não pode cantar seja feliz
Escutando as histórias que ora canto

Zé da luz na cadeira a balançar 
Declamava a mais pura e bela trova 
O Formiga e o Cornélio davam prova 
Que eram bons, no Galope a Beira Mar 
Vi Lourival, Marinho eu vi glosar 
E as violas continham tal verniz 
Que brilhavam na luz de fino giz 
E o trinado parecia acalanto 
Escutando as histórias que ora canto 
Quem não pode cantar seja feliz 

Foi a noite mais bela dessa vida 
Com milhares de poetas de além-cova 
E ali, produziram-se as provas 
Que a vida é infinita e incontida 
E esses poetas deram-me acolhida 
E essa noite eu vivi cheio de encanto 
Quando aqui despertei verti meu pranto 
Desejando voltar ao tal país 
Quem não pode cantar seja feliz 
Escutando as histórias que ora canto 

CANTA CANTA CANTADOR QUE O TEU DESTINO É CANTAR!

Meu povo,

O Google abduziu meu Blog merlaniomaia.com, alegando que não conseguiu cobrar a taxa anual.
Ofereci 4 cartões de crédito e ele alegou que não conseguiu, por fim abduziu o meu Blog.
Mas renasci qual fênix das cinzas e conto com sua divulgação para levarmos a poesia adiante.

Abraços
Merlânio



Feliz aquele que canta

Que levanta pra cantar
Que cantando sempre planta
E semeia sem parar
Por isso o Cantador canta
E cantando a cantoria
Leva amor, leva alegria
Leva a vida em poesia
Sou Cantador, vim Cantar!

Eu vim de longe seu moço
Atendendo ao seu pedido
Por ter me dado trabalho
Lhe sou muito agradecido
Minha voz de Cantoria
Traz música, traz poesia,
Traz os cantos de encantar
E Deus me ordenou com amor:
- Canta canta, Cantador,
Que o teu destino é cantar!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

MÚSICA NOVA - RECADO DE AMOR


Caro leitor,

Ontem comecei dedilhar o violão e saiu esta música e pela beleza musical, já vai entrar no meu mais novo CD que em breve estarei lançando.

RECADO DE AMOR
Merlanio Maia

G D7
ESCUTA ESTE MEU RECADO, AMOR
C G
QUE TRAGO DO MEU MATUTAR
Em Am
ATENDE A DOR DE QUEM PADECE
D7 G
TUA PRECE PODE CURAR

AJUDA QUEM CARREGA A CRUZ, AMOR
DESENVOLVE ESTES DOTES TEUS
SÊ AMPARO NO SOFRIMENTO
HÁ TORMENTO SE FALTA DEUS
C G
E VAI BRILHANDO A LUZ NO TEMPO, AMOR
D7 G G7
AMANDO AQUI, ALI, ALÉM
C G
QUEM SEMEIA O BEM VERDADEIRO
D7 G G7
GANHARÁ PRIMEIRO DO ETERNO BEM

PERDOA AQUELE QUE PERDEU A LUZ
E SE ATIRA NA ESCURIDÃO
SÊ TUA VOZ CANTO DIVINO
NO DESATINO SÊ PERDÃO
AFINA O OUVIDO DE ESCUTAR A DOR
NA ESCURIDÃO ACENDE A LUZ
SÊ ALEGRIA E ESPERANÇA
NA BONANÇA DEUS TE CONDUZ

E NO FINAL DA EXISTÊNCIA, AMOR
A PAZ TERÁS NOS DIAS TEUS
NÃO SENTIRÁS MAIS SOFRIMENTO
SERÁS INSTRUMENTO TOCADO POR DEUS  

quinta-feira, 8 de março de 2012

MULHER UM SONHO DE DEUS!

MULHER UM SONHO DE DEUS!
Merlânio Maia
(No dia internacional da mulher/2009)


Mulher, que sonho de amor
Te fez tão especial?
Que inspiração, afinal,
Construiu os dotes teus?
Que sentiu Deus no momento
Nessa hora tão poderosa
Que vontade caprichosa
Quanto amor sentia Deus!

Imagino os sentimentos
Saídos do Amor divino
Quando esse ser feminino
Suspirou, nasceram céus
E Ele viu quanto era bom
Ainda sorriu de alegria
Ao ver a pura poesia
Direta das mãos de Deus

Ah! Que ser privilegiado
Deus inventou nessa data
Que tem o rio e a mata,
E os mares e ares tão seus
Tem o fogo, a terra e o ar,
Em si carrega o universo
E o homem em si imerso
Co-criadora de Deus

Se o seu corpo é atraente
A sua alma é perfeita
Por isso é a eleita
Entre crentes e ateus
Repleta de compaixão
Completa de piedade
Dona da felicidade
Nascida do amor de Deus

É o ser mais belo do mundo
É o ser mais forte da terra
Que não teme a dor, a guerra,
Amando a ricos, plebeus
É a presença da vida
É o símbolo do amor
Instrumento do Criador
Mulher, um sonho de Deus!

terça-feira, 6 de março de 2012

ELES CHEGARAM LÁ: DUPLA DE ESPECIALISTAS DEFENDE O DIREITO DE ASSASSINAR TAMBÉM OS RECÉM-NASCIDOS

Meu povo amado,

Me enviaram esta matéria da Revista Veja que é digna de filmes de terror.

Muitas vezes a mulher evoca que faz do corpo o que quiser, pois "O CORPO É DELA!"

E não é verdade!

Se o corpo fosse dela, ela não permitiria que este envelhecesse, nem morreria, pois esta tem medo da morte!

Então que história é esta de "o corpo é meu?!

E o corpo da criança que está no ventre? Também é seu?

E agora tem uns cientistas neo-nazistas com idéias mais horripilantes ainda. Vejam a matéria!



ELES CHEGARAM LÁ: DUPLA DE ESPECIALISTAS DEFENDE O DIREITO DE ASSASSINAR TAMBÉM OS RECÉM-NASCIDOS


Os neonazistas da “bioética” já não se contentam em defender o aborto; agora também querem a legalização do infanticídio! Eu juro! E ainda atacam os seus críticos, acusando-os de “fanáticos”. Vamos ver. Os acadêmicos Alberto Giublini e Francesca Minerva publicaram um artigo no, ATENÇÃO!, “Journal of Medical Ethics” intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ - literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” No texto, a dupla sustenta algo que, em parte, vejam bem!, faz sentido: não há grande diferença entre o recém-nascido e o feto. Alguém poderia afirmar: “Mas é o que também sustentamos, nós, que somos contrários à legalização do aborto”. Calma! Minerva e Giublini acham que é lícito e moralmente correto matar tanto fetos como recém-nascidos. Acreditam que a decisão sobre se a criança deve ou não ser morta cabe aos pais e até, pasmem!, aos médicos.

Para esses dois grandes humanistas, NOTEM BEM!, AS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS QUE JUSTIFICAM O ABORTO JUSTIFICAM O INFANTICÍDIO, cujo nome eles recusam — daí o “aborto pós-nascimento”. Para eles, “nem os fetos nem os recém-nascidos podem ser considerados pessoas no sentido de que têm um direito moral à vida”. Não abrem exceção: o “aborto pós-nacimento” deveria ser permitido em qualquer caso, citando explicitamente as crianças com deficiência. Mas não têm preconceito: quando o “recém nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família”, deve ser eliminado.

Num dos momentos mais abjetos do texto, a dupla lembra que uma pesquisa num grupo de países europeus indicou que só 64% dos casos de Síndrome de Down foram detectados nos exames pré-natais. Informam então que, naquele universo pesquisado, nasceram 1.700 bebês com Down, sem que os pais soubessem previamente. O sentido moral do que diz a dupla é claro: soubesse antes, poderia ter feito o aborto; com essa nova leitura, estão a sugerir que essas crianças poderiam ser mortas logo ao nascer. Não! Minerva e Giublini ainda não haviam chegado ao extremo. Vão chegar agora.


Francesca Minerva; o riso mais franco da morte

Por que não a adoção?
Esses dois monstros morais se dão conta de que o homem comum, que não é, como eles, especialista em “bioética”, faz-se uma pergunta óbvia: por que não, então, entregar a criança à adoção? Vocês têm estômago forte?. Traduzo trechos da resposta:

“Um objeção possível ao nosso argumento é que o aborto pós-nascimento deveria ser praticado apenas em pessoas (sic) que não têm potencial para uma vida saudável. Conseqüentemente, as pessoas potencialmente saudáveis e felizes deveriam ser entregues à adoção se a família não puder sustentá-las. Por que havemos de matar um recém-nascido saudável quando entregá-lo à adoção não violaria o direito de ninguém e ainda faria a felicidade das pessoas envolvidas, os adotantes e o adotado?
(…)
Precisamos considerar os interesses da mãe, que pode sofrer angústia psicológica ao ter de dar seu filho para a adoção. Há graves notificações sobre as dificuldades das mães de elaborar suas perdas. Sim, é verdade: esse sentimento de dor e perda podem acompanhar a mulher tanto no caso do aborto, do aborto pós-nascimento e da adoção, mas isso NÃO SIGNIFICA que a última alternativa seja a menos traumática.”

A dupla cita trecho de um estudo sobre mães que entregam filhos para adoção:“A mãe que sofre pela morte da criança deve aceitar a irreversibilidade da perda, mas a mãe natural [que entrega filho para adoção] sonha que seu filho vai voltar. Isso torna difícil aceitar a realidade da perda porque não se sabe se ela é definitiva“.

Voltei
É isso mesmo! Para a dupla, do ponto de vista da mulher, matar um filho recém-nascido é “psicologicamente mais seguro” do que entregá-lo à adoção. Minerva e Giublini acabaram com a máxima de Salomão. No lugar do rei, esses dois potenciais assassinos de bebês teriam mesmo dividido aquela criança ao meio.

Querem saber? Essa dupla de celerados põe a nu alguns dos argumentos centrais dos abortistas. Em muitos aspectos, eles têm mesmo razão: qual é a grande diferença entre um feto e um recém-nascido? Ao levar seu argumento ao extremo, deixam a nu aqueles que nunca quiseram definir, afinal de contas, o que era e o que não era vida. Estes dois não estão nem aí: reconhecem, sim, como vida, tanto o feto como o recém-nascido. Apenas dizem que não são ainda pessoas no sentido que chamam “moral”.

Notem que eles também suprematizam, se me permitem a palavra, o direito de a mulher decidir, a exemplo do que fazem alguns dos nossos progressistas, e levam ao extremo a idéia do “potencial de felicidade”, o que os faz defender, sem meios-tons, o assassinato de crianças deficientes — citando explicitamente os casos de Down.

O Supremo e os anencéfalos
O Supremo Tribunal Federal vai liberar, daqui a algum tempo, os abortos de anencéfalos. Como já afirmei aqui, abre-se uma vereda para a terra dos mortos, citando o poeta. Se essa má-formação vai justificar a intervenção, por que não outras? A dupla que escreveu o artigo não tem dúvida: moralmente falando, diz, não há diferença entre o anencéfalo e o recém-nascido saudável. São apenas pessoas potenciais. Afinal, para essa turma, quem ainda não tem história não tem direito à existência.

Um outro delinqüente intelectual chamado Julian Savulescu
A reação à publicação do artigo foi explosiva. Os dois autores chegaram a ser ameaçados de morte, o que é, evidentemente, um absurdo, ainda que tenham tentado dar alcance científico, moral e filosófico ao infanticídio. No mínimo a gente é obrigado a considerar que os dois têm mais condições de se defender do que as crianças que eles defendem que sejam mortas. A resposta que dão à hipótese de adoção diz bem com quem estamos lidando.



Savulescu: o prosélito da morte de bebês agora acusa a perseguição dos fanáticos

Julian Savulescu é o editor da publicação. Também é diretor do The Oxford Centre for Neuroethics. Este rematado imbecil escreve um texto iradodefendendo a publicação daquela estupidez e acusa de fundamentalistas e fanáticos aqueles que atacam os dois “especialistas em ética”. E ainda tem o topete de apontar a “desordem” do nosso tempo, que estaria marcado pela intolerância. Não me diga!!!

O que mais resta defender? Aqueles dois potenciais assassinos de crianças deveriam dizer por que, então, não devemos começar a produzir bebês para fazer, por exemplo, transplante de órgãos. Se admitem que são pessoas, mas ainda não moralmente relevantes, por que entregar aos bichos ou à incineração córneas, fígados, corações?

Tudo isso é profundamente asqueroso, mas não duvidem de que Minerva, Giublini e Savulescu fizeram um retrato pertinente de uma boa parcela dos abortistas. Se a vida humana é “só uma coisa” e se os homens são “humanos” apenas quando têm história e consciência, por que não matar os recém-nascidos e os incapazes?

Estes são os neonazistas das luzes. Mas não se esqueçam, hein? Reacionários somos nós, os que consideramos que a vida humana é inviolável em qualquer tempo.
Texto publicado originalmente às 21h03 desta quinta
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A MÁ NOTÍCIA



A MÁ NOTÍCIA
Merlânio Maia

Dar notícia de tragédia
O que já deu de zuada...
Tem que ter jeito pra coisa
Ter ciência, ter estrada!...
Né quarqué um qui se mete
A butá burro im charrete
Qui vai ganhá a parada

Mi lembro de Zé Garapa
Mestre no cabo da enxada
Invento de sê casêro
De um tal de Chico Buchada
Quando um ano se passou
Garapa telefonou
Três hora da madrugada

Buchada atendeu: - “Alô!”
- “É o seu Chico Buchada?
É Zé Garapa, seu Chico!...”
- “Mas são três da madrugada
E isso é hora de ligar?!”
- “Seu Chico, é que eu vim lhe dar
Uma notíça danada...”

- “Diga logo Zé Garapa!”
- “Foi seu Cachorro Tigrão”
- “Que houve com meu cachorro
De pedigri, campeão?”
- “É que o pobre afaleceu!”
- “Morreu? Mas como morreu?”
- “Se esticou duro no chão!...”

- “Mas morreu de que, seu Zé
Que tragédia desgramada?!”
- “É o seguinte seu Chico,
Foi uma carne estragada.”
- “Mas quem deu carne a esse cão,
Se ele vive de ração?!”
- “Carne do pordo “Frexada!”

- “Espera aí seu José
E o meu cavalo morreu?”
- “De tanto carregar água
Mode o incêndio que se deu
Na fazenda Catolé...”
- “Péra aí, como é que é???
E um incêndio aconteceu?”

- “Casa, horta, prantação,
Tudo desapareceu
Pois o fogo lambeu tudo
O gado todo morreu,
A curpa foi duma vela
Na cortina da janela
Onde a fornaia se deu”

- “Que vela é essa, seu doido,
Aí já tem energia!”
- “É qui aqui teve um velório...”
- “Que velório, ô ingrisia!”
- “A vela foi do velório
De sua mãe Donana Osório!
- “Pare com tanta heresia!”

- “Minha mãe tá muito viva...
Jantou aqui ta entendendo?”
- “Tava viva sim sinhô
Mas agora Deus ta vendo!
Qui Ele tenha pena dela
Pois uma bala daquela
Ela caiu se tremendo!”

- “Bala, que bala sujeito?”
- Bom Seu Chico eu me acordei
Cum um barúi e vi um vurto
E a tocaia eu preparei
Ela fez pantim, patrão,
Pensei qui fosse um ladrão
E no vurto eu atirei!

Seu Chico, alô, alô,
Seu Chico, alô, alô,
Acho que ele disligô!


sábado, 22 de outubro de 2011

DETALHES DO SHOW-LANÇAMENTO DO LIVRO MENESTREL

Meu povo querido,

O Show-lançamento do livro "MENESTREL - o contador de histórias", foi uma festa da cultura paraibana.

Minha família deu um Show à parte, desde a organização, o apoio sem limites e a participação honrosa, pois é este esteio que tem me segurado ao longo dos meus 50 janeiros.




Raquel, Mayara, Merlânio Filho e Murilo tesouros do meu coração
.

Os convidados, amigos queridos, que honram minha vida e meu trabalho de poeta popular, compareceram com o maior carinho e foram responsáveis por tanta alegria naquele lançamento.
 Parcial do público que compareceu ao evento
 Parcial do público que compareceu ao evento




























sábado, 11 de junho de 2011

NO MINISTÉRIO PÚBLICO

Ontem, dia 10 de Junho de 2011, estive no Ministério Público do Estado da Paraíba, fazendo um pequeno Show de poesia e música popular.

Fui contratado para um evento nacional anual III Encontro de Procuradores de Justiça.

Levei o violeiro Cristiano da Viola, que deu seu Show particular na viola de dez cordas e ali brincamos juntos com o unverso de poemas e de música de grandes poetas e autores paraibanos, foi muito gostoso cantar e decantar o nordeste brasileiro, especialmente quando há na platéia gente do país inteiro.

Mostramos a cara da Paraíba.

Valeu!

domingo, 17 de outubro de 2010

DESARME-SE, COMPANHEIRO!

Desarme-se companheiro!

Há violência demais
Arma gera insegurança
Entregue-a, siga em paz!
A arma e a paz social
É união irracional
Pois este torpe artefato
Forja a dor, produz a morte
E foi não foi, tira a sorte
Daquele mais insensato

Desarme-se meu amigo!
Esta carga é tão pesada
Representa tal perigo
Que não raro na calada
Arma as mãos da delinqüência
Empurrando a violência
Pra minha casa, pra sua
Fazendo a sociedade
Do campo e da cidade
Viver a guerra mais crua

Desarme-se cidadão!
Quem da arma é portador
Vive uma grande ilusão
Presa do medo e furor
E sem razão muitas vezes
Na ira cria os revezes
Buscando nela a saída
E na fração dum momento
Débil, faz-se violento,
Destruindo tanta vida

Quantos suicídios de jovens
Usando as armas do pai
Acidentes com crianças
Que o cruel brinquedo atrai
Casais que na discussão
Perdem a vida e a razão
Deixando os filhos sem norte
Tal número tem aumentado,
E aos de guerra superado
Na fácies negra da morte

Desarme-se há tanta dor
No remorso, na tristeza...
Mesmo de quem já matou
Em legítima defesa
Cobrado na consciência
Pelo rugir da violência
Do artefato voraz
Que gerou insegurança,
Temor e desconfiança
Deixando a falta da paz

Construamos a consciência
De uma vida cidadã
Dando exemplo, agregando
Gerindo para o amanhã
Cobrando dos governantes
Posturas mais relevantes
Com uma atitude tenaz
Nos eventos positivos
Sem omissão, sempre ativos,
Pra ver este mundo em paz!

Desarmemos os espíritos
Pra que aumente a ternura
Pois não há felicidade
Onde se acaba a candura
Sejamos mais solidários
Generosos, voluntários
Desnudos de preconceito
De sentimento fecundo
Pra que haja a paz no mundo
E amor no nosso peito

Desarmemo-nos, irmão!
Eduquemo-nos bem mais
Pra que um dia nossos filhos
Frutos de sãos ideais
Vislumbrem a paz na Terra
Já sem violência, sem guerra...
Desfrutem da nova aurora
Reconstruindo a sociedade
De posse da liberdade
Sonhada por nós, AGORA!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010


ALERTA
Merlânio Maia

Quando vires que alguém
Usa da religião
Como uma doutrinação
Para chegar ao poder
Este é que é Satanás
Este é que é o Caifaz
Usa da ânsia voraz
Pra vencer, vencer, vencer!...

Se ouvires alguém dizer,
Num afã torpe e bisonho:
- Eis um pacto com o Demônio!
É Satanás este ser
Ou ele, ou seu secretário
Vestido de operário
A convencer tanto otário
Pra vencer, vencer, vencer!...

Urdiduras do “pé preto”,
Do “mafarro”, do “sem-fé”,
Do “semideus batoré”
Do “pinzunho”, dá pra ver
Que utiliza a fraqueza,
E com toda malvadeza,
Coloca a fome na mesa
Pra vencer, vencer, vencer!...

Mentira tem perna curta,
Tem bigode e fala errado,
Sem barba, dissimulado,
Dono da obra quer ser
Mas o enxofre é seu perfume
Usa faca de dois gumes
Traidor, produz ciúmes
Pra vencer, vencer, vencer!...

Quem usa a religião
Forja a dúvida no final
É despachante do mal
Busca o poder a cavalo
Cuidado! Mantém-te alerta!
Ora e vigia e concerta
Pois naquela hora certa
É fácil de derrotá-lo!!!

domingo, 26 de setembro de 2010

BONECOS DE LATA

VÍDEO DOS BONECOS DE LATA = VOLUNTARIADO NA PEDIATRIA DO HOSPITAL NAPOLEÃO LAUREANO JOÃO PESSOA/PB

Trabalho voluntário de Merlânio Maia e Raquel Maia no Hospital Napoleão Laureano criado em novembro de 1994. Naquele ambiente hospitalar se transforma em Arte brincante e alegria pura. Através de músicas interativas, Teatro de bonecos, contação de história, leitura e interpretação de cordéis, etc e tal.