Oi Meuzamô,
Na última terça-feira (26), lançamos nosso décimo quarto livro CORAÇÃO DE BONECO DE LATA, em João Pessoa, na USINA CULTURAL ENERGISA.
Foi uma noite de alegria, onde contamos as histórias, cantamos, gargalhamos e choramos de emoção com tudo que aconteceu naquele ambiente de cultura.
O livro CORAÇÃO DE BONECO DE LATA é um livro de memórias, tanto que o subtítulo já diz bem o que é: AS AVENTURAS DO AMOR NA PEDIATRIA DO HOSPITAL DE CÂNCER. Exatamente, pois estamos comemorando vinte anos de voluntariado na REDE FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER e dezesseis anos da ONG DONOS DO AMANHÃ e é esse o exercício do amor que nos envolve e nos possibilita nos manter motivados, até hoje, em fazer tal trabalho com crianças entre zero e 150 anos.
O livro se encontra à venda pelo email: merlanio@gmail.com e pelo telefone (83) 999229660.
Deixaremos algumas fotos aqui para você saber bem o que aconteceu.
sexta-feira, 1 de março de 2019
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
CARNAVAL É ALEGRIA
CARNAVAL
É ALEGRIA
Merlânio
Maia
Cabavéi
o Carnaval
Vem
chegando por aí
Não
me compreenda mal
Mas
te peço por aqui
Vá
devagar com a bebida
Curta
a vida na medida
Mas
cuidado com a porfia
Pois
quem abusa da sorte
Pode
se encontrar com a morte
Carnaval
alegria
Quando
chega o carnaval
Tem
gente que estraga a vida
Sai
como um desesperado
Sem
limite nem medida
Dirigindo
embriagado
Se
tornando um enjoado
Soltando
sua energia
De
perturbador da vez
Pare
dessa estupidez
Carnaval
é alegria
Outros
pulam feito doidos
Fugidos
de um hospício
Pintam
a boca e requebram
Sem
respeitar outro ofício
Acham
que têm o direito
De
abusar do preceito
De
estarem nessa folia
Agridem
LGBTs
Saiam
do armário de vez
Que
Carnaval é alegria
Evite
essa violência
Seja
o folião da Paz
Seja
a foliã contente
Que
já tem ódio demais
Mude
a música mude o tom
Acabe
o mal desse som
Que
amanhã é outro dia
Não
queira se arrepender
Que
o amor possa nascer
Carnaval
é alegria!
Não
sou contra o Carnaval
Não
sou contra o folião
Que
brinca mas com respeito
Que
se mantém cidadão
Não
joga lixo na rua
Brinca,
bebe e segue a sua
Vibe
de paz e alegria
Esse
curte e o carnaval
Como
o folião real
Carnaval
é alegria!
Se
for beber não dirija
Para
não ser dirigido
Pra
prisão ou pro hospital
Ou
até ser digerido
Se
dirigindo pro além
Lembre:
sempre tem alguém
Querendo
sua harmonia
Deixe
o carro para quem
Não
bebe e segue no bem
Carnaval
é alegria!
Respeite
o velho e a criança
Respeite
toda mulher
Respeite
quem brinca e dança
Se
a moça lhe disser não
Não
é não, preste atenção
Não
bote o mal na folia
Respeito
é bom e é legal
Viva
o bem, esqueça o mal
Carnaval
é alegria!
QUE FAZ TU DOS TEMPOS TEUS
QUE FAZ TU DOS TEMPOS TEUS?
Merlânio Maia
Era ainda madrugada
E um anjo me visitou
Na escuridão da alvorada
Meu quarto se iluminou
E ele pegou minha mão
Fora do meu corpo então
Subimos pra imensidão
Voamos sobre a cidade
Vi dali o sol nascendo
Em mim algo ia dizendo
Esta é a vida de verdade
E não paramos um momento
Que ele subia ainda mais
E vi todo o continente
E o oceano de paz
De longe a Terra era um lar
E o sistema solar
Como parte dos arcanos
E dentro de mim a voz:
- Vê que a vida é tão veloz
O que fazes dos teus anos?
E o jovem anjo seguia
Segurado em minha mão
Vi imensidão de estrelas
Comoveu meu coração
Com seus sóis multicolores
Esplendia brilho e amores
E a Via Láctea se fez
A emoção me tomou
E algo em meu ser gritou:
- O que fazes do teu mês?
E o anjo mais mergulhava
Onde a imensidão conduz
E outros mundos e galáxias
Imensos de imensa luz
E cores e paz e amor
Senti gratidão e amor
Por Deus em tudo o que via
Compaixão, fraternidade
Agora a voz me invade:
- Que faze tu do teu dia?
Agora o choro me pega
Que era tudo tão bonito
Que vale orgulho e egoísmo
Ante Deus e o infinito?
De que vale a vaidade
Personalismo e maldade
Ante a imensidão lá fora?
E a magia me tomava
E aquela voz me falava:
Que fazes das tuas horas?
Vi sóis, Meuzamô, eu vi
Vi luas além da Terra
Foi tanto o amor que senti
Tudo Deus impera e encerra
Além de outras dimensões
Moradas de imensidões
De Deus tão perfeitos frutos
De infinitas emoções
E a voz em meus botões:
- Que fazes dos teus minutos?
Saímos do mundo das formas
E entramos noutros planos
Do micro ao macrocosmo
Dimensões de outros humanos
E o sentimento de amor
Me tomava com um ardor
E em mim desejos profundos
De sempre fazer o bem
E outra questão me vem:
- Que fazes dos teus segundos?
De tanto de Deus que vi
Dessas emoções sem par
Não suportei apaguei
E acordei no meu lar
Vi que a vida imensa é
Despertei cheio de fé
Que tudo pertence a Deus
E agora vivo a contar
As histórias de encantar
E as cantigas de cantar
Que faz tu dos tempos teus?
Merlânio Maia
Era ainda madrugada
E um anjo me visitou
Na escuridão da alvorada
Meu quarto se iluminou
E ele pegou minha mão
Fora do meu corpo então
Subimos pra imensidão
Voamos sobre a cidade
Vi dali o sol nascendo
Em mim algo ia dizendo
Esta é a vida de verdade
E não paramos um momento
Que ele subia ainda mais
E vi todo o continente
E o oceano de paz
De longe a Terra era um lar
E o sistema solar
Como parte dos arcanos
E dentro de mim a voz:
- Vê que a vida é tão veloz
O que fazes dos teus anos?
E o jovem anjo seguia
Segurado em minha mão
Vi imensidão de estrelas
Comoveu meu coração
Com seus sóis multicolores
Esplendia brilho e amores
E a Via Láctea se fez
A emoção me tomou
E algo em meu ser gritou:
- O que fazes do teu mês?
E o anjo mais mergulhava
Onde a imensidão conduz
E outros mundos e galáxias
Imensos de imensa luz
E cores e paz e amor
Senti gratidão e amor
Por Deus em tudo o que via
Compaixão, fraternidade
Agora a voz me invade:
- Que faze tu do teu dia?
Agora o choro me pega
Que era tudo tão bonito
Que vale orgulho e egoísmo
Ante Deus e o infinito?
De que vale a vaidade
Personalismo e maldade
Ante a imensidão lá fora?
E a magia me tomava
E aquela voz me falava:
Que fazes das tuas horas?
Vi sóis, Meuzamô, eu vi
Vi luas além da Terra
Foi tanto o amor que senti
Tudo Deus impera e encerra
Além de outras dimensões
Moradas de imensidões
De Deus tão perfeitos frutos
De infinitas emoções
E a voz em meus botões:
- Que fazes dos teus minutos?
Saímos do mundo das formas
E entramos noutros planos
Do micro ao macrocosmo
Dimensões de outros humanos
E o sentimento de amor
Me tomava com um ardor
E em mim desejos profundos
De sempre fazer o bem
E outra questão me vem:
- Que fazes dos teus segundos?
De tanto de Deus que vi
Dessas emoções sem par
Não suportei apaguei
E acordei no meu lar
Vi que a vida imensa é
Despertei cheio de fé
Que tudo pertence a Deus
E agora vivo a contar
As histórias de encantar
E as cantigas de cantar
Que faz tu dos tempos teus?
domingo, 13 de janeiro de 2019
O GOLPE DE ANA ROSA NO BARBA AZUL DO SERTÃO
Autor: Merlânio Maia
Quem de fato tem juízo
Não vai dar trela a mentira
Nem bulir com o egoísmo
Nem com orgulho, ou a ira
Mas um dos grandes defeitos
Que acontece aos eleitos
É a ganância e a ambição
Que esta ajunta todo vício
E joga no precipício
Todo incauto sem perdão
Pois bem, hoje conto a história
Do Barba Azul do Sertão
Foi Zeca de Chico Zuca
Nasceu pra sedução
Aonde mulher passasse
Ou que com ele cruzasse
Ele já atocaiava
Com a conversa maneira
Abrindo certa clareira
Seduzia e abocanhava
Mas nada sério queria
Era rico o afamado
Herdara do Chico Zuca
Muita riqueza e guardado
Muita terra e gado manso
Seus Neloris um avanço
De prêmios ganhou milhões
E sozinho triplicou
A fortuna que ganhou
Tinha tino pra cifrões
Tinha rede de farmácias,
Rede de supermercados,
Distribuidoras mil
Nesse nordeste sagrado
Mil postos de gasolina
De Formosa até Campina
Seu gado andava em suas terras
E ele mais se expandia
Pro Sul, Sudeste e seguia
Pois riqueza nunca encerra
Tinha fazenda no Acre,
Rondonia e no Pará
Criava Búfalo no Norte
Que infestava o Amapá
Minas de ouro e de prata,
Muito dinheiro na lata,
No banco e na consciência
Mas sem sorte com mulher
As seduzia e sequer
Tinha depois paciência
Coisa de admirar
Aonde Zeca punha a mão
Virava lucro e dinheiro
Era o Midas do Sertão
Mas o dinheiro somente
Deixa o cabra diferente
E dinheiro sem saúde
Não serve mais para nada
E o cabra segue a jornada
Mudando de atitude
Foi o caso de seu Zeca
O coração deu-lhe um tranco
Que quase que ele vai
Morar sob o túmulo branco
Mas conseguiu se salvar
E o médico foi lhe falar
Nesse dia torturante:
- É Zeca seu coração
Não tá prestando mais não
Agora só no transplante!
Ele então desesperou
Pois não tinha nem herdeiro
Pai e mãe já se passou
Seus filhos eram dinheiro
Mas Dr. Charles num instante
Disse: A fila de transplante
Já tem seu nome na espera
Peça a ajuda ao Pai do Céu
Que é dele esse papel
Pra lhe manter cá na esfera
Quem foi Zequinha na vida
Começou sentir saudade
Das mil e uma mulheres
Das farras em mil cidades
O Barba Azul do Sertão
Caiu numa solidão
Chega dá pena falar
Tanto bem acumulado
Para tudo quanto é lado
E a morte no calcanhar
Mas a vida dá mil voltas!
Na cidade de Formosa
Onde morava Zequinha
Também vivia Ana Rosa
No auge dos vinte anos
Com tanta ambição nos planos
Não suportava a pobreza
Soube daquela tragédia
E resolveu fazer média
Buscando ganhar nobreza
Passou a ir à Igreja
Na missa que Zeca ia
Ajudava ao Padre João
Cantava na liturgia
Fazia todo dever
Tudo pra Zeca lhe ver
Como se vê uma santa
E o padre já admirava
A irmã que ali chegava
Pra tarefa que era tanta
Era lindo aquele ser
De coração venenoso
O corpo era uma viola
Tinha os cabelos sedosos
Seios fartos, pele lisa,
Boca carnuda e precisa
Pescoço esguio e bem feito,
Cintura fina e o bumbum
Feitiço pra qualquer um
Perder compostura e jeito
A Igreja enchia de jovens
Na missa que Ana ia
Ficava gente lá fora
Na hora da liturgia
E Ana fazia a leitura
Da Igreja à Prefeitura
Enchia de gente em frente
Os maridos pra espiar
E as mulheres pra brigar
Por causa daquela crente
Por onde Ana passava
Os homens se perturbavam
O padre e até as beatas
Junto a ela ruborizavam
Mas Padre João muito atento
Disse: - Arrume um casamento
Você nasceu para o lar.
E Ana Rosa tão discreta
Com a armadilha completa
E o plano a funcionar
Um dia confessa ao Padre:
- Sinto tanta compaixão
Pelo caso de seu Zeca
É quase amor, Padre João!
E o padre caiu na treta
E foi tocar a retreta
Pra Zequinha em cor de giz:
- Não há esposa melhor
Nem com o coração maior
Case e seja bem feliz!
Zeca nem acreditou:
- Padre e se for armação?
O Padre disse: Não é!
Case com separação
De bens e depois verá
Ponho a mão no fogo já
Velará por noite e dia
Você está vivendo a esmo
Já que não tem ninguém mesmo
Viverão de alegria
Zeca com o coração fraco
Quase em dias de morrer
Resolveu casar com Ana
Se ela aceitasse viver
Sem festa, ou sociedade
Sem nem sair da cidade
Pra lhe amparar e cuidar
Pois sua crise era forte
E não queria com a morte
Sozinho se deparar
E assim mandou chamá-la
E ela chegou muito linda
Carinhosa, afetuosa
E bem mais cheirosa ainda
Falou do encantamento
Que findaria o tormento
Cuidando com devoção
E fez Zeca acreditar
E até com ela sonhar
No jardim do coração
E assim casaram-se os dois
Em singela cerimonia
E a nobreza lhe caia
Mais perfeita que se sonha
E ele pediu mil desculpas
Não consumar por sua culpa
O sonho da jovem esposa
Ele que era um cinquentão
Mas seu pobre coração
Em breve iria pra lousa
E Ana cuidava de Zeca
Como cuidava de si
O rei do Sertão agreste,
Do Brejo e do Cariri
Viu nela um anjo cuidando
E a ela estava amando
Com toda aquela lindeza
Que lhe trazia papinha
E do jardim a cozinha
Reinava a sua beleza
Mas Ana queria mais
Apressar seu passamento
Três anos eram demais
Começou doce tormento
Um dia Zeca a chamou
E ela se apresentou
Pra ele só de calcinha
Foi bomba no coração
E ele agarrou-se ao balão
De oxigênio que tinha
E ela disse: Meu amor
Sou assim, sua todinha!
E Zeca chupando o gás
E o oxigênio não vinha
E ela o beijou no rosto
E ele se encheu de desgosto
Sem revelar seu desejo
E ela ali se vestiu
E nessa hora ele viu
O perigo que é um beijo
E Ana aumentando a dose
Procurando algo no chão
Fazia de quatro pés
E haja dor no coração
Zeca quase a se acabar
E ela tudo a mostrar
Na minissaia curtinha
Às vezes de topless
E os peitos no sobe e desce
Quase matando Zequinha
Um dia ela veio nua
Surpreender o marido
Como um cavalo de índio
Seu olhar verde e enxerido
Sentou no colo de Zeca
Ele soltou a peteca
Do passamento que deu
Só acordou no outro dia
E por trás ela sorria
- “Quase que aconteceu!”
E assim foi o tormento
Agarrado no balão
De Oxigênio no máximo
Pra manter o coração
Mas Ana Rosa malvada
Sempre estava preparada
Para lhe surpreender
E a bicha era tão bonita
Que sua alma estava aflita
Pedindo até pra morrer
Um dia seu médico Charles
Chegou lá de supetão
E disse: Nós conseguimos
O seu novo coração
Colocaram Zeca e Ana
Numa UTI bacana
Que também é avião
Que logo depois seguia
Pra fazer a cirurgia
Transplantando o coração
A operação foi sucesso
Para desgosto de Ana
Diz Charles: É de um atleta
Que morreu esta semana
Sofreu trágico acidente
Com o coração excelente
Você vai ter vida em prosa!
Zeca não pensava em nada
Somente olhava a danada
Da sua esposa Ana Rosa
E foram remédios tantos
Com direito a quarentena
Mas na cabeça de Zeca
Só vinha a linda morena
A nudez daquele dia
O fez sentir a magia
Do coração de atleta
Mas sentia em Ana Rosa
Esvair-se verso e prosa
E foi ficando incompleta
E quanto mais melhorava
Mais Ana entristecia
E ele dizia: - Olha amor
Como a vida renascia
Fique feliz meu pitéu
Que a nossa lua de mel
Eu sonho em comemorar
Pois um coração que ama
Só sai de cima da cama
Quando a vontade passar
E ele já não aguentava
pois quando o povo saia
Ele pegava Ana Rosa
E as carícias que fazia
Beijava a linda na boca
E já com a cuca louca
Ela mandava parar:
- Amor o seu coração
Não está curado não
E pode tudo estragar!
Ana Rosa provocante
Logo logo se acalmou
Pois viu nele um jegue errante
O seu leão se soltou
Da jaula e até da corrente
E agora daqui pra frente
Nem sabia do final
Resolveu aguentar
Pra ninguém desconfiar
Do seu plano marginal
Faltando só quatro dias
O médico lhe liberou
E ao chegar no hotel
Zequinha já deu seu show
O seu problema real
Era maior que o normal
Na carência era Zecão
No começo delicado
Que ela viu seu estado
E agradou seu coração
Mas o problema de Zeca
Era igual ao cachaceiro
Se bebesse uma bicada
Se soltava o mês inteiro
Zeca era um compulsivo
Enquanto estivesse vivo
Era um ativo voraz
Seus olhares de suspiros
Babando feito vampiros
Como o jegue de DaPaz
O tirinete foi grande
E ela ficou destruída
Para ele ela era um parque
De diversão na subida
Quando esse cabra descia
Quase arrancava a polia
Com sua força abissal
E Ana pagou o boleto
Da ganancia em branco e preto
Naquele reino infernal
Era da cama pra sala,
Da sala para o sofá,
Do sofá para o banheiro,
Era pra lá e pra cá
Zeca morrendo de sede
Só no balanço da rede
Quebrando santo no andor
E ela pedia parada
E ele de alma obcecada:
- Meu amor eu quero amor!
Ana pode conhecer
Cada cerâmica que havia
Naquela bela suíte
Subia e depois descia
E aquele olhar de Zequinha
Da raposa pra galinha
Era de intimidar
E o Brasil de norte a sul
Na fama do Barba Azul
Ana pode comprovar
Graças a Deus chega o dia
De pegarem o avião
O corpo dela doía
Do litoral ao sertão
E Zequinha aperrado
Pra novo tarrabufado
Com sua linda Ana Rosa
Assim a moça aprendeu
Desde o dia que nasceu
Sua ambição pavorosa
O preço que Ana Rosa
Pagou com sua ambição
Foi tão grande e poderoso
Que esqueceu o bilhão
Então mal desembarcou
Disse: Zequinha acabou!
Quero a separação
Zequinha ali concordou
Mas sua fama aumentou
E até hoje ele reinou
O Barba Azul do Sertão!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
FELIZ NOVO EU
FELIZ
ANO “NOVO EU”
Merlânio
Maia
Ano
Novo, nova chance
Vida
nova, novo plano
Que
tal ser um novo eu
A
partir do novo ano?
Novo
eu nas atitudes
Um
novo eu nas virtudes
Novo
eu que fez e faz
Que
mesmo num ano ruim
Este
novo eu em mim
Produz
Amor, Luz e Paz!
Novo
eu nos sentimentos
Novo
eu nas emoções
Novo
eu no entendimento
Novo
eu nas relações
Novo
eu do Autoamor
Novo
eu empreendedor
Comprometido
bem mais
Novo
eu cheio de fé
Que
cai mas ergue que em pé
Produz
Amor, luz e paz!
Um
novo eu na família
Novo
eu de bom humor
Novo
eu que sempre brilha
Novo
eu encantador
Um
novo eu que acredita
Novo
eu de alma bonita
Novo
eu que satisfaz
Novo
eu de alma sã
Novo
eu do amanhã
Cheio
de amor, luz e paz
Novo
eu empoderado
Não
liga o que o povo diz
Novo
eu valorizado
Um
novo eu mais feliz
Novo
eu sem preconceito
Que
respeita e tem respeito
Que
sonha esse dom que traz
Novo
eu de vida leve
Novo
eu que a sina escreve
Cheio
de amor luz e paz
Novo
eu do Ano Novo
Novo
eu da vida nova
Novo
eu que encanta o povo
Novo
eu a qualquer prova
O
velho eu está morrendo
O
novo eu está nascendo
Com
a mais potente raiz
Rompendo
o mal e o breu
No
ano novo meu e seu
Que
venha este novo eu
Pra
vida ser mais feliz!
Feliz
Novo Eu pra você também, Meuzamô!
sábado, 29 de dezembro de 2018
POEMA À LUZ DO NATAL
POEMA À LUZ DO NATAL
Autor: Merlânio Maia
Quando o menino Jesus
Nasceu criando o Natal
Trouxe o Amor, a Paz, a Luz
E a Esperança afinal
Por conta do aniversário
Até mesmo o calendário
Daquele tempo mudou
Pra antes e após o Cristo
Foi um dia jamais visto
Que ao mundo iluminou
Naquele mundo de guerra,
De desamor e discórdia
Sua presença descerra
União, Paz e concórdia
Sua voz ecoa ainda
De uma forma tão linda
Convidando-nos também,
Ao amor ao semelhante,
Ao altruísmo constante,
À humildade e ao Bem!
Mas vemos que o Natal
Hoje é hino ao consumismo
Comercializa o ideal
Mais santo do humanismo
Tal qual Torre de Babel
Troca Jesus por Noel
Num comércio de ilusão,
De comida e embriaguez
E a família perde a vez,
Perde a paz, perde a razão!
Reflitamos um momento
De onde vem o Natal?
Natal representa o evento
Do mais sublime ideal
Pois que ali nasceu Jesus
Trouxe para a Terra a luz
Da pura fraternidade
De Amor, de Paz e alegria,
Perdão, amparo, poesia
E fé na humanidade!
Então que seja este dia
De fato o raro Natal
Onde floresça a magia
De reencontro, afinal
O Senhor da Luz nasceu
E o exemplo que nos deu
Foi a estrada da união
Que a Manjedoura Dourada
Brilhe e seja festejada
Bem no nosso coração!
#FelizNatal! #BoasFestas #Feliz2016
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
O FUXICO
O fuxico é do mal, currixiado
Mexerico onde a tal maldade reina
É a mentira espalhando o seu reinado
É a calúnia que próprio diabo treina
Coração feito breu enegrecido
Toda maledicência é sem sentido
Faz o fel amargoso retornar
Quem semeia este vento há de colher
Tempestade há de devastar seu ser
Onde o mal para sempre irá morar!
(Merlânio Maia)
Mexerico onde a tal maldade reina
É a mentira espalhando o seu reinado
É a calúnia que próprio diabo treina
Coração feito breu enegrecido
Toda maledicência é sem sentido
Faz o fel amargoso retornar
Quem semeia este vento há de colher
Tempestade há de devastar seu ser
Onde o mal para sempre irá morar!
(Merlânio Maia)
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