sábado, 25 de abril de 2015

FORRÓ DA CAIXA COM MERLANIO, MEIRE E MACIEL MELO

Meu povo,

Foi uma festa deliciosa a que fizemos no FORRÓ DA CAIXA!

Todos se deliciaram com a maravilha que foi este dia 24 de Abril de 2015.

Começou com Meire Lima no Palco da APCEF-PB emocionando a todos os amigos que lá estiveram com seu repertório de músicas nordestinas.

Depois Merlânio Maia entra e faz a performance do aboio do vaqueiro, a homenagem a Dominguinhos e a outra homenagem a Luiz Gonzaga. Tudo regado a poesia e música da melhor qualidade.

Para completar a grandeza do FORRÓ DA CAIXA, entra Maciel Melo de meia-noite e emociona todos que lá estiveram.

Uma festa pra ninguém botar defeito.

Algumas fotos do FORRÓ DA CAIXA pra você:











Nos bastidores o poetinha se prepara para fazer a festa do povo que lotava a APCEF-PB.






Quando entra faz a terra tremer!













O povo dançava sem parar e curtia o trabalho esmerado dos nossos Forrozeiros.










Agora Maciel Melo entra e faz um dos Shows mais belos que já tinha assistido na vida. Foi muito especial em todos os sentidos em poesia e tudo de melhor que poderia acontecer, aconteceu no nosso Show. Bom demais!







Foi Show pra assistir e pra curtir, pois estava bom demais! Tudo muito bom!













Foi assim aquele Show. Inesquecível!!!
Que venha mais Maciel Melo e tantos outros!

Até Bebé de Natércio estava lá com Ana Cláudia! Milagre!!!






Merlânio e Meire Lima!

Maciel Melo, Meire Lima e Merlânio Maia





sexta-feira, 24 de abril de 2015

MERLÂNIO MAIA, MEIRE LIMA E MACIEL MELO NO FORRÓ DA CAIXA

Eita meu povo,

Já já estaremos começando o Forró da CAIXA.

Nesta edição com Maciel Melo, o Cabôco sonhador de Iguaraci-PE.

Vai ser uma festa lindaaaa!





quinta-feira, 23 de abril de 2015

INTENSIDADE

Já disse aqui que sou intenso.
Onde não puder ir com tudo, prefiro me despedir.

Vou com as velas da vida hasteadas seguindo a vida que tem sua sabedoria própria que nos diz: não há meia vida!

A vida é inteira e eu, a vida inteira, levanto esta bandeira. Sou inteiro e intenso!

Como diz o Apocalipse: "Ai dos mornos que os vomitarei!"

Assim faço todo o tempo!
(Merlânio Maia)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Erick Von Sohsten recebe o poeta e cantador Merlânio Maia


01/04/2015 - 17:48

Para conhecer melhor o poeta e cantador Merlânio Maia, nada melhor do que sua Biografia em verso:

Nasci no Sertão me criei sertanejo
Foi Itaporanga o meu berço querido,
Sou paraibano, meu canto é sentido,
Igual o que sinto, o que ouço, o que vejo,
Nordestinidade é canto que festejo
Deixando a viola me hipnotizar
Seu canto de encanto fez-me apaixonar
De lá até hoje meu verso é um emblema
Levando o Nordeste dentro de um poema
Trazendo o Sertão para a beira do mar!

Repente, embolada, pugna, poesia,
Os cocos de roda, mazurca e baião,
Forró pé de serra com xote e rojão,
Aboio dolente, ou viola vadia,
Cordel declamado de noite e de dia
Foi a educação do meu pré-escolar
O banco da escola foi pra completar
Pois tudo que eu tenho a poesia me deu
De verso em cascata o meu peito se encheu
Cantando galope na beira do mar!

01 de abril

sábado, 11 de abril de 2015

CHAMADA DE MACIEL MELO PRO FORRÓ DA CAIXA




Olha aí meu povo! Ajuda a divulgar! Compartilha com força!!

FORRÓ DA CAIXA Sexta-feira 24 de Abril!
MACIEL MELO, MEIRE LIMA E MERLÂNIO MAIA!
21 horas! Mesas R$ 120,00
Contamos com sua presença!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

SOU SERTÃO NORDESTE


SOU SERTÃO NORDESTE

Eu sou nordestino, nasci no Sertão
Sou vegetação que estiagem não mata
Me veste de cinza até rachar meu chão,
No fogo me lambe, me cresta e maltrata

Efígie da morte, deserto malsão,
Pó que em redemunho cega e desidrata
Sou a própria imagem da desolação
Degredo da vida selvagem e ingrata

Mas basta uma chuva e o cinza me veste
Do verde mais lindo que só no Nordeste
Morte se faz vida que em mim revigora

Meus campos se enchem desta Natureza
Produzindo vida, viço, cor, beleza!
Eu sou tudo isso por dentro e por fora!
(Merlânio Maia)

terça-feira, 31 de março de 2015

CORRENTE DE SONETOS

Meu cumpade Raminho Ramis postou no Facebook o seguinte:

Seguindo com o desafio do meu querido Fernando Japiassú de postar uma poesia por dia durante quatro dias e convidar quatro amigos por dia, ofereço hoje, no meu segundo dia, o soneto Fidalgo de Casta Amorenada, que glosou o mulato Luís Gama sobre o mote: "E não pôde negar ser meu parente". Para hoje, convido os amigos poetas e amantes da boa poesia Jorge Filó, Pedro Tôrres Filho, Fábio Rocha e Merlanio Maia para formarmos essa corrente e inundarmos o Facebook e a vida com um pouco de poesia:

"Sou nobre e de linhagem sublimada.
Descendo em linha reta dos Pegados,
Cuja lança feroz, desbaratados,
Fez tremer os guerreiros da Cruzada!

Minha mãe, que é de proa alcantilada,
Vem da raça dos Reis mais afamados"
Blasonava entre um bando de pasmados
Certo parvo de casta "amorenada".

Eis que brada um peralta retumbante:
— "Teu avô, que de cor era latente,
Teve um neto mulato e mui pedante!"

Irrita-se o fidalgo qual demente,
Trescala a vil catinga nauseante,
E não pôde negar ser meu parente.



E EU RESPONDI!


JÁ EU SOU DOS NINGUÉNS, DOS ESQUECIDOS
DOS QUE POR COVARDIA OU DESAPEGO
JAMAIS DEIXAM O SEU DOCE SOSSEGO
PRA ENFRENTAR OS CRUZADOS DESTEMIDOS

SOU DOS QUE GOSTAM MESMO É DOS GEMIDOS
QUE SAI DOS ARMADORES NO ACONCHEGO
NO FURDUNÇO DA NEGA COM SEU NEGO
NUMA REDE ONDE OS DOIS VÃO ESTENDIDOS

ESTES HOMENS QUE ESBANJAM VALENTIA
SE SOUBESSEM DA GRANDE SERVENTIA
DE UMA SOMBRA E UMA REDE ANTE O SOL QUENTE

ESQUECIAM-SE AS PATENTES E AS MEDALHAS
E VIRIAM LUTAR OUTRAS BATALHAS
DESEJANDO ATÉ SEREM MEUS PARENTES!
(Merlânio Maia)

segunda-feira, 30 de março de 2015

MERLÂNIO MAIA CANTA CHEGANÇA

Olha aí, amigos e amigas,

Um pedacinho do Show de FORRÓ NA CAIXA nesta Sexta-feira dia 27 de Março, que ocorreu na APCEF-PB em João Pessoa.

Foi muito Forró, muito Xote, muito Baião e muita Poesia popular.

O poetinha deixa um pouco da sua performance de CHEGANÇA!


sexta-feira, 27 de março de 2015

A CULTURA ENTRE O ARTISTA E O POVO


Meu povo amado!

A nossa cultura é das mais lindas e poderosas, mas desprestigiadas pela nossa gente.
O que é uma pena, pois quem vai a Shows, Espetáculos, Saraus... quem dança, sorri e frui da cultura, além de culto e quem vai às apresentações de Arte, de uma forma geral, tem mais saúde, vive mais e é muito mais feliz.
É verdade que o artista precisa de incentivo. Mas mais verdadeiro ainda é que você, meu irmão e minha irmã, necessita de Arte, pois é a única forma de ter saúde, alegria e felicidade!
Saia de casa e vá se divertir! Vá buscar sua felicidade!!!

quarta-feira, 25 de março de 2015

CLARA


Ainda sobre Clara Nunes, cujo aniversário de morte é 02 de Abril de 1983, portanto estamos há 32 anos sem Clara, me inspirei escutando seus sambas miraculosos e fiz este poema pra ela:

CLARA É A GUERREIRA DOS CANTOS DO MUNDO
CLARA É O CANTO DA RENOVAÇÃO
CLARA É A FÉ DE ALIMENTO PROFUNDO
CLARA É UM GRITO DE LIBERTAÇÃO
CLARA É OXUM, É OXISSI E IANSÃ
CLARA É XANGÔ. OXALÁ E NANÃ
CLARA É A ÁFRICA NOS CHÃOS DOS BRASIS
CLARA É CANÇÃO QUE NOS CURA DA DOR
CLARA É A BÊNÇÃO DE NOSSO SENHOR
CLARA É O CANTO DA RAÇA FELIZ!

CLARA NUNES PSICOGRAFA CARTA ATRAVÉS DE CHICO XAVIER




Mensagem psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier

“Querida Maria, eu pressentia que o encontro através de notícias seria primeiramente com você. Somente você teria suficiente disposição para viajar de Caetanópolis até aqui , no objetivo de atingir o nosso intercâmbio.

Descrever-lhe o que se passou comigo é impossível agora. Aquela anestesia suave que me fazia sorrir se transformou numa outra espécie de repouso que me fazia dormir.

Sonhava com vocês todos e me via de regresso à infância. Cantava. Era uma alegria que me situava num mundo fantástico. Melodias e cores, lembranças e vozes se mesclavam e eu me perdia naquele êxtase desconhecido. Não cuidava de mim. Lembrava-me dos que ficavam, mas ainda não sabia se a mudança seria definitiva.

Conte ao nosso querido Paulo a minha experiência. Tantos dias no descanso, ignorando o que vinha a ser tudo aquilo que se apresentava à imaginação por fantasia que desconhecia como deslindar.

Peço a você solicitar ao Paulo me perdoe se lhes transmito as presentes notícias com a fidelidade possível.

Acordei num barco engalanado de flores, seguida de outras embarcações nas quais muitos irmãos entoavam hinos que me eram estranhos, hinos em que o amor por Iemanjá era a tônica de todas as palavras. Os amigos que me seguiam falavam de libertação e vitória.

Muito pouco a pouco, me conscientizei e passei, da euforia ao pranto de saudade, porque a memória despertava para a vida na retaguarda e o nosso Paulo se fazia o centro de minhas recordações. Queria-o ali naquela abordagem maravilhosa, pois os barcos se abeiravam de certa praia encantadoramente enfeitada de verde nas plantas bravas que a guarneciam.

Quando o barco que me conduzia ancorou suavemente, uma entidade de grande porte se dirigiu à mim com paternal bondade e me convidou a pisar na terra firme. Ali estavam o meu pai Manoel e a nossa mãezinha Amélia. Os abraços que nos assinalavam as lágrimas de alegria pareciam sem fim. Era muita saudade acumulada no coração.

Ali, passei ao convívio de meus pais e os meus guardiões retornavam ao mar alto. Retomei a nossa vida natural e, em companhia de meu pai Manoel, pude rever você e os irmãos todos, comovendo-me ao abraçar a nossa Valdemira que me pareceu um anjo preso ao corpo.

Querida irmã, não disponho das palavras exatas que me correspondam às emoções. Peço a você reconfortar o nosso Paulo e dizer-lhe que não perdi o sonho de meu filhinho que nascesse na terra de nossa união e de nosso amor…

O futuro é luz de Deus. Quem sabe virá para nós uma vida renovada e diferente, na qual possamos realmente pertencer-nos para as minhas lindas realizações?

Você diga ao meu poeta e beletrista querido, que estou contente por vê-lo fortalecido e resistente, exceção feita aos copinhos que ele conhece e que estou vendo agora um tanto aumentados.

Desejo que ele saiba que o meu amor pelo esposo e noivo permanente, que ele continua sendo para mim, está brilhando em meu coração, em meu coração que continua cantando fora do outro coração que me prendia.

A cigarra, por vezes, canta com tanta persistência em louvor à Deus e à natureza que se perde nas cordas que lhe coordenam a cantiga, caindo ao chão desencantada.

O meu coração da vida física não suportou a extensão das melodias que me faziam viver e, uma simples renovação para tratamento justo, me fez repousar nas maravilhas diferentes a que fui conduzida.

Espero que o nosso Paulo consiga ouvir-me nestas letras.

Agradeço a ele as atitudes dignas com que me acompanhou até o fim do corpo, tanto quanto agradeço a você e às nossas irmãs e irmãos o respeito com que me honraram a memória, abstendo-se de reclamações indébitas junto aos médicos humanitários que se dispuseram a servir-nos.

Muitas saudades e lembranças a todos os nossos e pra você um beijo fraternal com muitas saudades de sua, Clara.”
1984

FONTE: https://entreosereasndrome.wordpress.com/2010/04/16/carta-psicografada-da-cantora-clara-nunes-atraves-de-chico-xavier/

POVO MEU É DEPOIS DE AMANHÃ



POVO MEU, É DEPOIS DE AMANHÃ
O SHOW DESSE POETA E MEIRE LIMA
QUEM QUISER TER MAIS VIDA E ALMA SÃ
MAIS SAÚDE NO CORPO E SER PRA CIMA
VEM BRINCAR, VEM SORRIR, VEM SE ALEGRAR,
VEM BEBER DA CULTURA E VEM AMAR
VEM DANÇAR NO MELHOR QUE HÁ NA CIDADE
JUNTA UM GRUPO DE AMIGO E TRAZ PRA CAIXA
QUE AQUI, ALEGRIA E AMOR SE ENCAIXA
VEM PROVAR QUE AINDA HÁ FELICIDADE!!!


Sexta-feira, 27 de Março na APCEF-PB (Antiga Boate da CAIXA)
21 horas com MERLÂNIO POETA E MEIRE LIMA

terça-feira, 24 de março de 2015

PARABÉNS, FILHO MEU!

Aniversário de Merlânio Filho!



Parabéns, filho meu, pelo seu dia
Que alegria é estar ao lado teu
És a música primeira, a melodia
Sinfonia que o próprio Deus me deu

Ao lembrar-me daquela noite fria
Da euforia de ter-te ao colo meu
Foi um sonho encantado que eu vivia
E eu sorria, porque você nasceu!

Vão passando-se os anos, nem sentimos,
Nossa grande amizade que nutrimos
Faz valer a lembrança colorida

Dos primeiros momentos da existência
Dos afetos que são a própria essência
Deste amor que engrandece a nossa vida!
(Merlânio Maia)