Meu pai sempre foi gigante
Um super homem, um herói,
Que o seu nome era um refrão
Por isso era este gigante
Seu nome andava no vento:
Na minha infância querida
Com quem contavam nas dores
Com armas era um prodígio
Seu talento era um prestígio
Sua presença era um sonho
Lembro a força do meu pai
E eu tenho o jeito de ser
Quando encerrou sua existência física na Terra, meu irmão Marcos Maia, fez este soneto que aqui coloco para imortalizá-lo nos versos dos filhos poetas que tanto o amam:
Caiu a árvore-pai, como era forte,
Mas as raízes cravadas neste chão
Ficarão vivas, não enfraquecerão,
Porque em vida, foste maior que a morte.
Fizeste da justiça e do amor, teu norte,
Dos mais humildes, a tua devoção
Pregaste a paz, a calma, a união,
Sem desprezar ninguém à própria sorte.
Caiu a árvore-pai, não houve jeito,
Teu coração tão bom, jogou-te ao leito,
Derrubando aquela árvore tão frondosa,
Mas as sementes que ficaram vão nascer
E espaçhando-se em ti irão crescer,
Meu pai, NATÉRCIO MAIA BARBOSA!